Pr. Raphael Batista

Pr. Raphael Batista

Sede Estadual – RS pr.raphaelbatista@pazevida.org.br

Pr. William Alves

Pr. William Alves

Sede Estadual – PApr.williamalves@pazevida.org.br

Pr. Regino Barros

Pr. Regino Barros

Sede Estadual – BA   pr.reginobarros@pazevida.org.br

Pr. Reinaldo Rosário

Pr. Reinaldo Rosário

Sede Estadual – CE pr.reinaldorosario@pazevida.org.br

Pr. Delson Campos

Pr. Delson Campos

Sede Estadual – PE pr.delson@pazevida.org.br

Pr. Márcio Silva

Pr. Márcio Silva

Sede Estadual - PI pr.marciodasilva@pazevida.org.br

Pr. Luciano Alves

Pr. Luciano Alves

Sede Estadual – AM pr.luciano@pazevida.org.br

Pr. Wesley Santos

Pr. Wesley Santos

Sede Estadual – PR pr.weslleysantos@pazevida.org.br

Pr. Fábio Henrique

Pr. Fábio Henrique

Sede Nacional em Portugal pr.fabiohenrique@pazevida.org.br

Pr. Danyel Pagliarin

Pr. Danyel Pagliarin

Sede Estadual – RJ pr.danyelpagliarin@pazevida.org.br

Pr. Gilvan Gomes

Pr. Gilvan Gomes

Sede Estadual - SE pr.gilvamgomes@pazevida.org.br

Pr. Neilton Rocha

Pr. Neilton Rocha

Sede Internacional – SP   pr.neilton@pazevida.org.br  

Pr. Carlos Pinheiro

Pr. Carlos Pinheiro

Sede Estadual – AL pr.carlospinheiro@pazevida.org.br

Pr. Joaquim Neto

Pr. Joaquim Neto

Sede Estadual – MG pr.joaquimneto@pazevida.org.br

Pr. Leonardo Pinheiro

Pr. Leonardo Pinheiro

Sede Estadual – MA pr.leonardopinheiro@pazevida.org.br

Pr. Crescio Rezende

Pr. Crescio Rezende

Sede Estadual - RN pr.crescio@pazevida.org.br

Pr. Emerson Stevanelli

Pr. Emerson Stevanelli

Sede Estadual – PB pr.emerson@pazevida.org.br pr.emerson@pazevida.org.br

Pr. Sandro Pinheiro

Pr. Sandro Pinheiro

Sede Distrital – DF   pr.sandropinheiro@pazevida.org.br

Pr. Dionatan Freitas

Pr. Dionatan Freitas

Sede Estadual - GO pr.dionatanfreitas@pazevida.org.br

Hospital fora do foco

A principal função do hospital é atender pacientes com problemas graves, mas tem se tornado um ambulatório para questões de baixa complexidade.

A assistência médica desenvolveu-se no Brasil dentro do modelo hospitalocêntrico, que leva os hospitais a ficarem desnecessariamente sobrecarregados devido à procura pelos pacientes, muitas vezes, com simples resfriados ou dores nas costas – questões de pela baixa complexidade. A rigor, foge por completo de um modelo ambulatorial, mais eficiente, mais eficaz e que deveria vir também focado na medicina primária.

Aliás isto tem sua origem na própria formação médica. Explico: o último grande estudo relativo à formação médica foi o chamado Relatório Flexner, em que o autor, Abraham Flexner, a pedido da Carnegie Foundation for the Advancement of Teaching, com apoio da Fundação Rockefeller, propôs importantes mudanças para as escolas médicas no Estados Unidos.

Por que este estudo que remonta há mais de um século contribuiu para a mentalidade hospitalocêntrica?  Para Flexner, os médicos deveriam ser formados para trabalhar em duas vertentes: uma delas como pesquisadores, e a outra como médicos que trabalhavam em ambientes hospitalares. Diante dessa premissa, a referência de atividade de assistência à saúde passou a ser o hospital. Na história da civilização, o hospital começa com papel de apoio à assistência à saúde.

A maior parte dos tratamentos ocorria, na verdade, fora do ambiente hospitalar. Na década dos anos 70, do século passado, o hospital se tornou o centro do universo do cuidado à saúde, consolidando o modelo hospitalocêntrico, no qual os custos de investimentos em tecnologia levam à necessidade de se concentrar os esforços em um único local. É o modelo de concentração de alta complexidade que agrega todos os demais atendimentos/serviços satélites.

Outras funções

O problema é que esse modelo extremamente oneroso não reproduz, necessariamente, aquilo que de fato agrega valor na assistência à saúde. O hospital, na verdade, é o local que deveria atender pacientes graves, transplantados, pacientes agudos, e não serem transformados, como acabaram sendo, em casas de longa permanência.

Esse cenário favorece a ineficiência não só dos hospitais mas também dos sistemas, uma vez que a referência deixou de ser o médico – que é efetivamente quem cuida da saúde do paciente – e passou a ser o hospital. Para se buscar o modelo ideal em relação à saúde é fundamental um resgate acerca da própria formação médica. Passado mais de um século, é hora de rever o Relatório Flexner com novo olhar e tirar o foco do hospital em favor do desenvolvimento de um modelo ambulatorial.

Fonte: VEJA


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