Pr. Sandro Pinheiro

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Sede Distrital – DF   pr.sandropinheiro@pazevida.org.br

Pr. Raphael Batista

Pr. Raphael Batista

Sede Estadual – RS pr.raphaelbatista@pazevida.org.br

Pr. Neilton Rocha

Pr. Neilton Rocha

Sede Internacional – SP   pr.neilton@pazevida.org.br  

Pr. Dionatan Freitas

Pr. Dionatan Freitas

Sede Estadual - GO pr.dionatanfreitas@pazevida.org.br

Pr. Crescio Rezende

Pr. Crescio Rezende

Sede Estadual - RN pr.crescio@pazevida.org.br

Pr. Danyel Pagliarin

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Sede Estadual – RJ pr.danyelpagliarin@pazevida.org.br

Pr. Luciano Alves

Pr. Luciano Alves

Sede Estadual – AM pr.luciano@pazevida.org.br

Pr. Wesley Santos

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Sede Estadual – PR pr.weslleysantos@pazevida.org.br

Pr. Joaquim Neto

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Sede Estadual – MG pr.joaquimneto@pazevida.org.br

Pr. Reinaldo Rosário

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Sede Estadual – CE pr.reinaldorosario@pazevida.org.br

Pr. William Alves

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Sede Estadual – PA pr.williamalves@pazevida.org.br

Pr. Regino Barros

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Pr. Leonardo Pinheiro

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Pr. Fábio Henrique

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Pr. Márcio Silva

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Pr. Carlos Pinheiro

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Sede Estadual – AL pr.carlospinheiro@pazevida.org.br

Pr. Emerson Stevanelli

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Sede Estadual – PB pr.emerson@pazevida.org.br

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Sede Estadual - SE pr.gilvamgomes@pazevida.org.br

Pr. Delson Campos

Pr. Delson Campos

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Contato com a natureza melhora a saúde mental, mostra estudo

Pesquisa defende a criação de espaços verdes nos centros urbanos como resposta para sintomas de transtornos.

Um estudo liderado pela ONG The Nature Conservancy (TNC) em parceria com a Universidade de Virginia e o Centro de Resiliência de Estocolmo analisou a relação entre o contato com a natureza e a qualidade da saúde mental.

Em um mundo cada vez mais urbano, a tendência é que a população das cidades aumente: em 2050, além da população atual, mais 2,4 bilhões de pessoas vão viver em áreas urbanas.

O estudo, publicado na revista científica Sustainable Earth, destacou que 46% das pessoas que vivem nas grandes cidades, como São Paulo, por exemplo, já sofrem de problemas relacionados à saúde mental. No entanto, apenas 13% da população urbana mundial vive próxima à natureza.

Pesquisadores analisaram uma série de estudos sobre economia, saúde e meio ambiente para sugerir que o mesmo potencial de interação humana que torna as cidades atraentes para produtividade, criatividade e inovação, contribui cada vez mais para o fenômeno de “penalidade psicológica urbana”, representado pelo aumento do stress e dos transtornos mentais.

Como resposta a tal penalidade, pesquisas anteriores demonstraram que até mesmo rápidas interações com a natureza podem trazer benefícios à saúde, aliviando os sintomas de transtornos mentais, como depressão e ansiedade.

De acordo com o gerente de conservação para segurança hídrica da TNC,Samuel Barrêto, muito se fala sobre a formação de ilhas de calor e o risco de enchentes nas cidades, mas a relação entre o desequilíbrio ecológico e doenças psicológicas raramente é feita.

Então, de forma prática, o que pode ser feito para aumentar o contato com a natureza em grandes cidades? Barrêto explica que espaços verdes têm que ser incluídos no desenho do plano diretor, o instrumento usado para definir o desenvolvimento dos centros urbanos. “O significado da natureza no dia a dia das pessoas precisa ser compreendido também como uma questão de saúde pública. É possível criar espaços como parques, praças e revitalizar as marginais dos rios para garantir esses benefícios”, explicou.

Fonte: VEJA

 

 

 

 

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