Pr. Luciano Alves

Pr. Luciano Alves

Sede Estadual – AM pr.luciano@pazevida.org.br

Pr. Neilton Rocha

Pr. Neilton Rocha

Sede Internacional – SP   pr.neilton@pazevida.org.br  

Pr. Gilvan Gomes

Pr. Gilvan Gomes

Sede Estadual - SE pr.gilvamgomes@pazevida.org.br

Pr. Sandro Pinheiro

Pr. Sandro Pinheiro

Sede Distrital – DF   pr.sandropinheiro@pazevida.org.br

Pr. Regino Barros

Pr. Regino Barros

Sede Estadual – BA   pr.reginobarros@pazevida.org.br

Pr. Leonardo Pinheiro

Pr. Leonardo Pinheiro

Sede Estadual – MA pr.leonardopinheiro@pazevida.org.br

Pr. Fábio Henrique

Pr. Fábio Henrique

Sede Nacional em Portugal pr.fabiohenrique@pazevida.org.br

Pr. William Alves

Pr. William Alves

Sede Estadual – PA pr.williamalves@pazevida.org.br

Pr. Danyel Pagliarin

Pr. Danyel Pagliarin

Sede Estadual – RJ pr.danyelpagliarin@pazevida.org.br

Pr. Carlos Pinheiro

Pr. Carlos Pinheiro

Sede Estadual – AL pr.carlospinheiro@pazevida.org.br

Pr. Raphael Batista

Pr. Raphael Batista

Sede Estadual – RS pr.raphaelbatista@pazevida.org.br

Pr. Emerson Stevanelli

Pr. Emerson Stevanelli

Sede Estadual – PB pr.emerson@pazevida.org.br pr.emerson@pazevida.org.br

Pr. Wesley Santos

Pr. Wesley Santos

Sede Estadual – PR pr.weslleysantos@pazevida.org.br

Pr. Márcio Silva

Pr. Márcio Silva

Sede Estadual - PI pr.marciodasilva@pazevida.org.br

Pr. Reinaldo Rosário

Pr. Reinaldo Rosário

Sede Estadual – CE pr.reinaldorosario@pazevida.org.br

Pr. Crescio Rezende

Pr. Crescio Rezende

Sede Estadual - RN pr.crescio@pazevida.org.br

Pr. Joaquim Neto

Pr. Joaquim Neto

Sede Estadual – MG pr.joaquimneto@pazevida.org.br

Pr. Delson Campos

Pr. Delson Campos

Sede Estadual – PE pr.delson@pazevida.org.br

Pr. Dionatan Freitas

Pr. Dionatan Freitas

Sede Estadual - GO pr.dionatanfreitas@pazevida.org.br

Serviços caem 0,3% em janeiro, mas avançam em relação ao ano passado

O volume de serviços recuou 0,3% em janeiro frente a dezembro de 2018. Porém, na comparação com janeiro do ano passado, o setor acumulou alta de 2,1%, a maior evolução desde março de 2015, quando cresceu 2,3%. Os dados são da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), e foram divulgados nesta sexta-feira, 15, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

“Em uma análise mais ampla, essa ligeira queda no resultado mensal não chegou a anular a média que se acumulou entre novembro de 2018 e janeiro deste ano” ressalta o gerente da pesquisa, Rodrigo Lobo.

Na comparação com janeiro de 2018, o crescimento de 2,1% nos serviços se refletiu em quatro atividades. Serviços de informação e comunicação, com 3,4%, foi o setor que mais cresceu nesse período.

Segundo Rodrigo, apesar da perda de ritmo nos serviços de informação e comunicação ao longo de 2018, o setor foi beneficiado pela atividade de telecomunicações. “O resultado pode ser explicado principalmente pela maior receita das empresas do segmento gerada por migração de planos de telefonia e agregação de serviços de dados”, explica.

Resultado mensal

Duas das cinco atividades monitoradas pela pesquisa recuaram frente a dezembro de 2018. O segmento de transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio caiu 0,6% e o setor de serviços de informação e comunicação, 0,2%. Juntos, os dois setores representam 63% dos serviços no país.

“Boa parte da queda no setor de transporte deve-se ao baixo desempenho das atividades de transporte rodoviário, dutoviário e de carga. Já os serviços de informação e comunicação sofreram impacto da menor receita na atividade de desenvolvimento e licenciamento de programas de computador, que é normal em início de trimestre” comenta o pesquisador.

Dos setores que cresceram, serviços profissionais, administrativos e complementares subiu 1,7%, após ter caído 1,6% em dezembro. Também foram registradas altas de 4,8% em outros serviços, que engloba atividades como compra, venda e aluguel de imóveis e manutenção de veículos automotores, e de 1,1% em serviços prestados às famílias.

Regionalmente, 14 das 27 unidades da federação tiveram queda frente a dezembro de 2018. São Paulo exerceu a principal influência negativa, com queda de 0,5%. Acre, com -9,6%, teve o pior desempenho e Mato Grosso, com 9,9%, o maior resultado.

A pesquisa também monitora os serviços das atividades turísticas. Em janeiro, o segmento cresceu tanto em relação a dezembro de 2018, 3,2%, quanto em comparação com janeiro de 2018, 3,8%, interrompendo quatro taxas negativas seguidas nessa comparação.

Fonte: VEJA

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