Pr. Dionatan Freitas

Pr. Dionatan Freitas

Sede Estadual - GO pr.dionatanfreitas@pazevida.org.br

Pr. Joaquim Neto

Pr. Joaquim Neto

Sede Estadual – MG pr.joaquimneto@pazevida.org.br

Pr. Reinaldo Rosário

Pr. Reinaldo Rosário

Sede Estadual – CE pr.reinaldorosario@pazevida.org.br

Pr. Wesley Santos

Pr. Wesley Santos

Sede Estadual – PR pr.weslleysantos@pazevida.org.br

Pr. William Alves

Pr. William Alves

Sede Estadual – PA pr.williamalves@pazevida.org.br

Pr. Leonardo Pinheiro

Pr. Leonardo Pinheiro

Sede Estadual – MA pr.leonardopinheiro@pazevida.org.br

Pr. Sandro Pinheiro

Pr. Sandro Pinheiro

Sede Distrital – DF   pr.sandropinheiro@pazevida.org.br

Pr. Fábio Henrique

Pr. Fábio Henrique

Sede Nacional em Portugal pr.fabiohenrique@pazevida.org.br

Pr. Neilton Rocha

Pr. Neilton Rocha

Sede Internacional – SP   pr.neilton@pazevida.org.br  

Pr. Emerson Stevanelli

Pr. Emerson Stevanelli

Sede Estadual – PB pr.emerson@pazevida.org.br pr.emerson@pazevida.org.br

Pr. Gilvan Gomes

Pr. Gilvan Gomes

Sede Estadual - SE pr.gilvamgomes@pazevida.org.br

Pr. Crescio Rezende

Pr. Crescio Rezende

Sede Estadual - RN pr.crescio@pazevida.org.br

Pr. Carlos Pinheiro

Pr. Carlos Pinheiro

Sede Estadual – AL pr.carlospinheiro@pazevida.org.br

Pr. Raphael Batista

Pr. Raphael Batista

Sede Estadual – RS pr.raphaelbatista@pazevida.org.br

Pr. Danyel Pagliarin

Pr. Danyel Pagliarin

Sede Estadual – RJ pr.danyelpagliarin@pazevida.org.br

Pr. Márcio Silva

Pr. Márcio Silva

Sede Estadual - PI pr.marciodasilva@pazevida.org.br

Pr. Luciano Alves

Pr. Luciano Alves

Sede Estadual – AM pr.luciano@pazevida.org.br

Pr. Delson Campos

Pr. Delson Campos

Sede Estadual – PE pr.delson@pazevida.org.br

Pr. Regino Barros

Pr. Regino Barros

Sede Estadual – BA   pr.reginobarros@pazevida.org.br

Jornada exaustiva de marido levou coreana a criar prisão 'de mentira'

Jornada exaustiva de marido levou coreana a criar prisão 'de mentira'

Foi inspirada na jornada de trabalho exaustiva de seu marido que a sul-coreana Noh Ji-Hyang decidiu fundar o projeto "Prison Inside Me" ("Prisão Dentro de Mim", em tradução livre), que fica na cidade de Hongcheon, ao norte da Coreia do Sul: "Ele dizia que preferia passar uma semana confinado numa solitária para descansar e se sentir melhor". As informações são da agência de notícias Reuters.

O marido de Noh era um procurador que trabalhava mais de 100 horas por semana frequentemente. Graças à iniciativa de sua mulher, sul-coreanos hoje podem recorrer a prisões "de mentira" para escapar das cobranças da vida cotidiana.

Desde que foi fundado, alguns anos atrás, o "Prison Inside Me" já recebeu mais de 2.000 "detentos" — muitos deles assistentes de escritórios e estudantes estressados que buscam por momentos de alívio em meio ao dia a dia atribulado do trabalho ou da faculdade.

"Eu estava muito ocupada", afirmou a assistente de escritório Park Hye-ri, 28, presa em uma cela falsa de 5 m². "Eu não deveria nem estar aqui, dado o volume de trabalho que me espera lá fora. Mas decidi fazer uma pausa e refletir sobre uma vida melhor", completou. Ela desembolsou 90 dólares (aproximadamente 324 reais) para passar 24h trancafiada.

Na prisão de mentira, as regras são rígidas: não há permissão para conversar com outros detentos e celulares ou relógios devem ficar do lado de fora.

Os clientes recebem um uniforme azul, um colchão de ioga, conjunto para chá, uma caneta e um caderno. Eles dormem no chão e têm acesso a um pequeno banheiro sem espelho.

O cardápio para os detentos inclui batata-doce ao vapor e shake de banana para o jantar. Para o café da manhã, é servido mingau de arroz.

Após a desaceleração da economia hipertecnológica e voltada para a exportação da Coreia do Sul, os ambientes de trabalho e de ensino se tornaram supercompetitivos em uma onda que alguns experts apontam contribuir para altos índices de estresse e suicídio.

Os sul-coreanos trabalharam uma média de 2.024 horas em 2017, ficando atrás apenas dos mexicanos e costarriquenhos, segundo uma pesquisa feita em 36 países pela OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico).

Para ajudar as pessoas a trabalharem menos sem perder seus rendimentos, o governo aumentou o valor do salário mínimo e reduziu o limite legal de horas de trabalho de 68 para 52 por semana. Economistas temem, entretanto, que as medidas diminuam empregos em vez de criá-los.

A cofundadora Noh Ji-Hyang relata que muitas pessoas têm medo de passar 24 ou 48 horas em uma jaula de mentira até tentar. "Depois de uma estadia, eles dizem que aqui não é uma prisão, que prisão de verdade é o local para onde irão retornar", conclui.

Fonte: R7


bannerMemorial

Sexta, dia 22/03, às 19h Cura Divina e Libertação   SEDE AMAZONAS           Av. Djalma Batista, 214 - Nsa. das Graças - Manaus - AM