Pr. Regino Barros

Pr. Regino Barros

Sede Estadual – PB pr.reginobarros@pazevida.org.br

Pr. David Scarinci

Pr. David Scarinci

Sede Estadual – PA   pr.davidscarinci@pazevida.org.br

Pr. Márcio Silva

Pr. Márcio Silva

Sede Distrital – DF   pr.marciodasilva@pazevida.org.br

Pr. Jean Vilela

Pr. Jean Vilela

Sede Estadual – MG pr.jeanvilela@pazevida.org.br

Pr. Delson Campos

Pr. Delson Campos

Sede Estadual – BA   pr.delson@pazevida.org.br

Pr. Dionatan Freitas

Pr. Dionatan Freitas

Sede Estadual - GO pr.dionatanfreitas@pazevida.org.br

Pr. Marcelo Torres

Pr. Marcelo Torres

Sede Estadual - SE pr.marcelotorres@pazevida.org.br

Pr. Neilton Rocha

Pr. Neilton Rocha

Sede Nacional – SP   pr.neilton@pazevida.org.br  

Pr. Fábio Henrique

Pr. Fábio Henrique

Sede Nacional em Portugal pr.fabiohenrique@pazevida.org.br

Pr. Márcio Candido

Pr. Márcio Candido

Sede Estadual – PE pr.marciocandido@pazevida.org.br

Pr. Ademir Pereira

Pr. Ademir Pereira

Sede Estadual - RN pr.ademirpereira@pazevida.org.br  

Pr. Wadson Medeiros

Pr. Wadson Medeiros

Sede Estadual – RS pr.wadsonmedeiros@pazevida.org.br

Pr. Carlos Pinheiro

Pr. Carlos Pinheiro

Sede Estadual – MA pr.carlospinheiro@pazevida.org.br

Pr. Danyel Pagliarin

Pr. Danyel Pagliarin

Sede Estadual – PR pr.danyelpagliarin@pazevida.org.br

Pr. Alexandre Teodoro

Pr. Alexandre Teodoro

Sede Estadual – RJ pr.alexandreteodoro@pazevida.org.br

Pr. Weslley Santos

Pr. Weslley Santos

Sede Estadual – AL pr.weslleysantos@pazevida.org.br

Pr. Joaquim Neto

Pr. Joaquim Neto

Sede Estadual – CE   pr.joaquimneto@pazevida.org.br  

Pr. Luciano Alves

Pr. Luciano Alves

Sede Estadual – AM pr.luciano@pazevida.org.br

Pr. Sandro Pinheiro

Pr. Sandro Pinheiro

Sede Estadual - PI pr.sandropinheiro@pazevida.org.br

Transporte lotado atinge público com renda de dois salários mínimos

Pessoas em idade economicamente ativa e em maioria mulheres compõem perfil dos passageiros do transporte coletivo de SP

De volta à fase vermelha do Plano SP desde segunda-feira (12), o Estado de São Paulo continua registando aglomerações no transporte público em meio à pandemia de covid-19. As superlotações, observadas até na etapa emergencial do protocolo do governo estadual, atingiram, de modo geral, uma população com idade economicamente ativa e que recebe, em média, dois salários mínimos.

Os passageiros do Metrô de São Paulo, segundo pesquisa de 2018 – a mais recente da companhia –, são pessoas com renda mensal de R$ 2.003 (à época, equivalente a pouco mais de dois salários), em média, e faixa etária de 18 a 34 anos (58%).

A idade é similar à identificada por uma pesquisa realizada pela CPTM com seus passageiros em novembro de 2020, com 51,9% dos usuários nesta faixa. Pessoas com 35 a 54 anos formam mais 37,3% dos passageiros da companhia paulista, que não disponibiliza dados de renda.

Os dois relatórios também apontam maioria feminina entre os usuários: as mulheres são, respectivamente, 57% e 55,6% dos passageiros do Metrô e da CPTM.

“Se pudesse, não pegaria”

Utilizar o transporte coletivo em meio a um período de pandemia é o desafio de ao menos quatro milhões de pessoas por dia em São Paulo, segundo dados do governo. Findada a fase emergencial, com a tendência de mais aglomerações nos trens e ônibus, a situação, segundo relatos dos usuários, é assustadora.

Todos os dias, Talita Moreira vai de Pirituba para a República e repete o trajeto de volta parra trabalhar. Embora nunca tenha contraído o vírus, ela fala sobre o receio de transmitir o vírus para a mãe, que pertence a grupo de risco para a covid-19.

“O transporte está assustador, se eu pudesse, não pegaria de jeito nenhum. Tinha que ter isolado lá no início, cancelado o Carnaval, agora está descontrolada [a pandemia]”, afirma a operadora de telemarketing, de 31 anos.

A auxiliar de escritório Talita Guimarães, de 26 anos, utiliza o trem para sair de São Caetano do Sul (SP) para ir até o centro da cidade de São Paulo, na Luz. Embora tome os cuidados necessários para se proteger na pandemia, ela não consegue encontrar saída para evitar a lotação no transporte coletivo.

“No feriado estava bem mais tranquilo, ontem e hoje estão bem cheios os trens. Deveria ser estudada uma forma mais eficaz, porque a gente fica sem opção e precisa trabalhar”, diz Guimarães.

Retorno à fase vermelha

O Estado de São Paulo retornou à fase vermelha do Plano SP na última segunda-feira (12), depois de 28 dias na etapa emergencial.

A medida se estenderá até o dia 18 de abril, em que será divulgada a nova atualização do plano de flexibilização econômica.

Com o avanço devido à queda do número de internações em leitos de enfermaria e UTI, a atual fase vermelha sofreu algumas modificações para incluir medidas previstas na etapa emergencial, segundo a gestão estadual.

Na etapa atual, estarão mantidos o toque de recolher das 20h às 5h, a restrição de atendimento presencial em todos os serviços essenciais e haverá reforço da fiscalização sobre eventos e aglomerações.

A recomendação para o escalonamento na entrada e saída de trabalhadores da indústria, serviços e comércio continua válida, assim como a obrigatoriedade do teletrabalho e a proibição de celebrações religiosas.

 

Fonte: R7

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